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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ibadep


O que é?

O Instituto Bíblico das Assembléias de Deus do Estado do Paraná-IBADEP, que teve sua aula inaugural aos quatro dias do mês de agosto de 1976, na cidade de Curitiba. Foram fundadores do IBADEP: Pr. José Pimentel de Carvalho, Pr. Catharino Nunes Pires, Pr. Hidekazu Takayama, Pr. Íris Goulart Seixas e Pb. Olivir Bueno Apolidoro. Posteriormente implantou-se o curso teológico com extensão na cidade de Londrina, que por decisão da Instituidora em 1989, foi transferido para Apucarana, onde desenvolveu suas funções por 10 anos, e em 1998 foi transferido para Guaíra, aonde atualmente vem desempenhando a função para a qual foi instituída, formando inúmeros alunos na área teológica em todo o Brasil. Muitos de nossos alunos hoje são pastores, evangelistas, presbíteros, diáconos, cooperadores, missionários, membros atuantes como obreiros na seara do Senhor. Atualmente, mais de 25.000 alunos nos cursos Básico e Médio, o IBADEP desponta no ensino teológico como a maior instituição de ensino bíblico/teológico no Brasil.

Núcleo

Em Limeira, o IBADEP tem sido destaque, levando alunos a essência do conhecimento da palavra nos cursos Básicos e Médios.

Horários

Aqui em nossa cidade,Santa Gertrudes:
Segundas das 19:00h ás 21:00h

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Os Benefícios da Leitura Bíblica

Salmo 119.105 “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho.”
            Deus deixou sua Palavra, a Bíblia Sagrada ao seu povo para que, por meio dela seu povo viesse a alimentar-se espiritualmente. Da mesma forma como Deus enviava o pão dos céus ao israelitas quando peregrinavam em direção à terra prometida, hoje o Senhor continua enviando alimento espiritual, através de sua palavra enquanto peregrinamos nesta terra em direção ao lar celestial.
            Abaixo seguem-se sete motivos para nós, cristãos lermos sua Palavra a cada dia.

1. Ela nos tornará cristãos mais fortes
            Ninguém deseja ser fraco, quer seja física ou espiritualmente. Os “jovens” de 1João 2.14 já não eram mais “filhinhos”, eram fortes, porque a Palavra de Deus permanecia neles e eles haviam vencido o maligno. Isto significa que haviam se alimentado da Palavra de Deus e não estavam mais sendo constantemente derrotados pelo pecado e pelas tentações. Existe somente um modo para se crescer e fortalecer-se espiritualmente: a leitura e o estudo da Palavra de Deus.
            Geralmente as pessoas que fracassam espiritualmente  têm um denominador em comum: a negligência da leitura da Palavra de Deus. Todos estes fracassos (e conseqüente infelicidade) poderiam ter sido evitados, se houvessem aprendido a ler e estudar a Palavra de Deus constantemente.

2. Ela nos dará certeza da salvação
            A primeira  necessidade de um cristão é adquirir certeza absoluta de sua salvação. Ela as vezes parece boa demais para ser verdade. Por isso uma das primeiras dificuldades que um novo convertido encontra, depois que se afasta um pouca da pessoa que o conduziu a Cristo, é abrigar algumas dúvidas a respeito da salvação. A única fonte visível desta certeza é a Bíblia. Mas de que vale ela, se ele não a lê? As promessas e garantias que são feitas por Deus serão de pouco valor, se permanecerem encerradas entre as páginas da Bíblia. Os cristãos precisam tê-las gravadas em suas mentes. E foi para isto que a bíblia foi escrita.  Notemos 1João 5.13: “Escrevi-lhes estas coisas, a vocês que crêem no nome do Filho de Deus, para que vocês saibam que têm a vida eterna.”
            O cristão que tem uma certeza sólida que é filho de Deus, que Ele é o seu Pai celestial, possui as bases para viver uma vida cristã sadia. A grande maioria das pessoas que vivem sobrecarregadas de temores, preocupações e outras fraquezas emocionais, geralmente não em certeza da salvação e de que Deus está cuidando dela. Ninguém poderá ter certeza das coisas de Deus enquanto se limitar aos seu próprios pensamentos, pois como a Bíblia ensina, o conceito de Deus não vem pelo muito pensar, mas pela “sabedoria de Deus” - a Bíblia (1Co 1.21). A Bíblia também afirma que “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e incorrigível. Quem o entenderá? (Jr 17.9). Se alguém deseja a certeza da salvação, então deve começas a ler a Bíblia regularmente - é a única fonte de onde pode-se obtê-la.

3. Ela nos dará confiança e poder na oração
            Quando você se torna um cristão, passa a ter um relacionamento com Deus, e esse relacionamento inclui um diálogo. Mas como sabemos que Ele nos ouve? Porque Ele afirma em sua Palavra, em inúmeros textos. A passagem de 1João 5.14,15 ensina que podemos orar com a confiança de que Ele nos ouve. Em João 15.7 o Senhor Jesus promete: “Se vocês permanecerem em mim e as minhas palavras em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido”. Isto significa que a leitura da Palavra de Deus (que é o modo que a Palavra de Deus permanece em nós) nos concede poder na oração, pois ao estudarmos sua Palavra, ficamos familiarizados com a vontade de Deus, e consequentemente aprendemos a orar com eficácia.

4. A purificação dos pecados
            A Palavra de Deus tem efeito purificador na vida do cristão. O Senhor Jesus disse: “Vocês já estão limpos, pela palavra que vos tenho falado” (Jo 15.3). Em outra ocasião o Senhor orou assim: “Santifica-os na verdade; a Tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). A Bíblia tem o poder de purificar o crente que a estuda.
            Se você é um crente novo, precisa saber o que é e o que não é pecado aos olhos de Deus. Deus não nos abandona a mercê de nossos pensamentos. Ele diz: “De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra” (Sl 119.9) O estudo bíblico nos purifica e nos adverte contra o pecado. Ou a Bíblia nos afasta do pecado ou o pecado nos afasta da Bíblia.

5. Ela produzirá paz
            Uma das evidências da nova vida com Deus é a paz que sentimos no coração, mesmo quando as circunstâncias ao nosso redor só inspiram preocupações e temores. O Senhor Jesus disse: “Eu lhes disse estas coisas para que em mim vocês tenham paz...” (Jo 16.33). O que torna esta afirmação mais relevante é o fato de que o Senhor deu esta mensagem a seus discípulos pouco antes do tumulto que culminou com sua crucificação. Ele desejava que seus discípulos tivessem paz mediante suas palavras, exatamente quando estavam para enfrentar aquela crise iminente. A quase dois mil anos o povo de Deus tem se fortalecido para as crises da vida, lendo e estudando a Bíblia.

6. Ela nos capacitará a testemunharmos de nossa fé
            A maioria das pessoas que encontramos desconhecem quase que totalmente os conceitos bíblicos. Muitas têm dúvidas ou indagações, e precisam de orientação de alguém que conheça a Bíblia. Atualmente a maioria dos cristãos são superficiais com relação ao conhecimento da Palavra de Deus, desta forma, isto gera também um testemunho superficial. É dever de todo cristão ter um conhecimento básico da Palavra de Deus e saber explicá-la.  Como sua Palavra nos diz: “...estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vocês, fazendo-o todavia com mansidão e temor” (1 Pe 3.15,16). O único modo de responder ao que nos indaga, ao que zomba ou ao pesquisador sincero que busca o conhecimento da verdade, é nos prepararmos por meio da leitura e estudo diário da Bíblia.
            Ninguém pode transmitir aos outros aquilo que não sabe. Quase todo o crente dar fruto, e testemunhar de Cristo a outros de maneira positiva, mas isto é totalmente impossível se ele não tiver, pelo menos, um conhecimento elementar da Palavra de Deus. A Bíblia afirma que o Espírito Santo nos fará lembrar da Palavra de Deus no momento oportuno (Jo 14.26), porém como o Espírito nos lembrará daquilo que não lemos?

7. Será uma garantia de sucesso e nos orientará nas decisões da vida.
            Todo mundo quer ter sucesso na vida. É por isso que os livros que ensinam como vencer na vida são tão populares hoje em dia. Ninguém leria um livro que ensinasse a fracassar. Há uma interessante passagem bíblica em Josué 1.8: “Não cesses de falar deste livro da lei; antes media nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo a tudo quanto nele está escrito; então farás prosperar o teu caminho e serás bem sucedido”. A meditação diária da Palavra de Deus produz sucesso. E certamente assim aconteceu com Josué.
            A Bíblia também nos orienta a tomarmos decisões com sabedoria, conforme o Salmo 119.105: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho”. Os princípios de Deus nos servem de guia, quando temos de tomar decisões.   
            Examinando o Salmo 1, encontramos a fórmula para uma vida bem sucedida: “bem aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta à roda dos escarnecedores. Antes o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita dia e noite. Ele é como árvore plantada junto à corrente de águas, que no devido tempo, dá o seu fruto, cujas folhas não caem. Tudo o que fizer prosperará”.
            Infelizmente a maioria dos cristãos crêem que estão “ocupados demais” nos seu dia-a-dia, para revigorarem a mente com a Palavra de Deus. O que não percebem é que ter tempo é uma questão de preferência, e que a longo prazo, um momento devocional não custaria  nada, pois o restante do dia será com certeza mais proveitoso, do que se negligenciasse a leitura bíblica.

Doze Quilômetros a Pé


Dois homens estavam cansados, desanimados e famintos. Mas aconteceu alguma coisa que os motivou a esforçarem-se 12 quilômetros ladeira acima, à noite, só para contar aos seus amigos o que tinham visto. O mesmo acontecimento maravilhoso continua hoje em dia a motivar homens e mulheres a fazer sacrifícios pessoais para espalhar a notícia.

Lucas 24 conta a história. Dois dos discípulos de Jesus estavam na estrada para Emaús quando um estranho se juntou a eles na sua caminhada. Os dois estavam entristecidos pela morte, três dias antes, do homem em quem eles haviam confiado para trazer paz e liberdade. Em resposta às perguntas do desconhecido, contaram a triste história do fracasso de seu guia em estabelecer seu reino. Quando ele chegou perto do poder, foi morto pelos chefes judeus. Alguns dos seus amigos haviam dito a eles que Jesus tinha ressuscitado dos mortos, porém não estavam convencidos. Como poderia o Rei dos reis ser subjugado e morto por meros homens?

Depois que pararam para passar a noite e comer, o estranho se revelou a eles. Haviam caminhado e conversado com o próprio Jesus! Ele tinha ressuscitado dos mortos! A tristeza deles não tinha fundamento. Tão rápido como ele se revelou aos dois discípulos, Jesus desapareceu.

Estes dois ficaram tão motivados pela emocionante notícia da ressurreição de Jesus que esqueceram seu cansaço e apressaram-se a voltar a Jerusalém. Doze quilômetros. Tarde da noite. Ladeira acima. Foram contar aos outros seguidores de Cristo.

Cerca de 20 séculos se passaram, mas o significado da ressurreição de Cristo não diminuiu. Nós faríamos o esforço para subir doze quilômetros a pé, tarde da noite, para ajudar alguém a conhecer o evangelho? A mesma mensagem deve motivar-nos a deixar nosso conforto, esquecer nosso cansaço, e ir com pressa contar aos outros a boa notícia. Podemos ter vida eterna, porque Jesus ressuscitou!

Quatro Dias antes da Páscoa


Chegou a hora da última praga no Egito. Com a morte dos primogênitos egípcios, Deus libertaria o seu povo. Em preparação para o sacrifício da Páscoa, ele mandou que cada família israelita tomasse um cordeiro e o guardasse quatro dias, até o dia do sacrifício. No dia determinado por Deus, o cordeiro seria morto e assado, representando o resgate dos primogênitos de Israel. Veja Êxodo 12:1-8.

Por que não escolher o cordeiro no dia do sacrifício? Por que quatro dias antes? O texto aqui não explica, mas um pouco de experiência própria pode nos ajudar. Qualquer pessoa que já visitou uma fazenda ou um parque zoológico sabe como as pessoas, e especialmente as crianças, reagem perto de animais pequenos e peludos. É muito fácil se apegar ao animal inocente e sem defesa. A descrição dada por Natã mostra o carinho com que uma família pode tratar um animalzinho (2 Samuel 12:3). Imagine mantendo um cordeirinho no seu quintal durante quatro dias, só para matá-lo, colocar o seu sangue ao redor da porta da casa, e depois comer a sua carne. Ao invés de tirar a vida de um animal desconhecido, eles mataram um cordeirinho que teve, pelo menos por alguns dias, convivência com a família. O sacrifício custou, e doeu.

Jesus é o nosso Cordeiro pascal (1 Coríntios 5:7). Ele não foi escolhido no dia do sacrifício; foi preparado desde eternidade (Efésios 3:11). E, ao invés de os homens testemunharem a morte de um desconhecido, Jesus veio ao mundo e habitou entre nós durante mais de 30 anos (João 1:14; Hebreus 2:9,14). Deus enviou seu Filho para ser conhecido pelos homens (1 Pedro 1:16). Em forma humana, ele mostrou toda a bondade, a simpatia, a inocência e a glória divina. Mesmo assim, "como cordeiro foi levado ao matadouro" para nos libertar (Isaías 53:6-7). Quando pensamos no sacrifício dele, devemos sentir a dor!

Anorexia Espiritual


A anorexia é uma doença que resulta na perda de apetite e leva a pessoa a emagrecer muito, tornando um risco a sua vida. Sabemos da importância do alimento para a vida, quem não se alimenta morre.

Hoje quero falar de uma anorexia bastante ignorada. Esta não é física, é espiritual. Pedro o apóstolo nos mostrou a importância deste alimento quando disse: “desejai ardentemente, como crianças recém nascidas, o genuíno leite espiritual, para que por ele, vos seja dado crescimento para salvação” (1 Pedro 2:2).

É, no mínimo, interessante como as Escrituras, na sua simplicidade, nos trazem ensinamentos fabulosos. Jesus incentivou seus ouvintes a priorizarem não o alimento de pães e peixes, que perece, mas o alimento que subsiste para a vida eterna (João 6:26-27).

Mateus 4:2 relata que Jesus, após os 40 dias e noites jejuando, teve fome, do ponto de vista físico, sim. Porém, do ponto de vista espiritual, não. Jesus optou pelo alimento espiritual, o fato de Jesus jejuar lhe deu forças para resistir a Satanás (Mateus 4:3-10). Perceba que Satanás procurou tentá-lo onde o Senhor Jesus estaria mais vulnerável, após tanto tempo sem comer Jesus precisaria saciar sua fome, evidente que o alimento espiritual de Jesus fez com que ele resistisse o que seria naquele momento sua maior dor, a fome.

Outras tentações vieram e Jesus resistiu a todas. Quando nos alimentamos desta maneira ficamos mais fortes contra os laços do diabo e, após a vitória, nossa necessidade será suprida por Deus (Mateus 4:11).

Não Perca o Foco


O foco na luta contra o pecado, pela salvação da nossa alma, deve estar em Deus. Devemos nos desprender do velho homem e focalizar Cristo como exemplo principal de obediência. Também temos outros bons exemplos de homens fieis que devem nos encorajar na jornada (Hebreus 11:4-12:3; Filipenses 3:17).

Infelizmente, muitos têm dificuldade de concentrar em Deus e acabam dando glória ao homem. Paulo, escrevendo aos irmãos em Corinto, os adverte a este respeito: “Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais. Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem?” (1 Coríntios 3:1-3).

Os irmãos em Corinto desviaram o foco da mensagem que Paulo e Apolo traziam, e focalizaram na pessoa deles (1 Coríntios 3:4). É triste quando pessoas se admiram tanto com os pregadores e acabam perdendo a essência da pregação. Paulo falou que isto é sinal de falta de crescimento espiritual, de mentes que ainda são carnais.

Pregadores que chamam a atenção para si não estão contribuindo na obra do Senhor, pelo contrário, estão levando seus ouvintes a ruína (1 Coríntios 3:11,17; Romanos 16:17-18).

Quando nosso foco é o Senhor, vamos saber aproveitar dos bons homens que ele nos concedeu, ouvindo a mensagem de Cristo (1 Coríntios 3:5-9).

Não percamos o foco.

Alegria na Tristeza


O discípulo está disposto a imitar o seu mestre. Quando Pedro escreveu sua primeira carta aos irmãos no primeiro século, instruiu os servos a serem submissos aos seus senhores. Escrevendo a irmãos que evidente-mente passavam por sofrimentos diversos (1 Pedro 5:9), pediu para que observassem o sofrimento do Senhor como exemplo:

“...porque isto é grato, que alguém suporte tristezas, sofrendo injustamente, por motivo de sua consciência para com Deus. Pois que glória há, se, pecando e sendo esbofeteados por isso, o suportais com paciência? Se, entretanto, quando praticais o bem, sois igualmente afligidos e o suportais com paciência, isto é grato a Deus. Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos...” (1 Pedro 2:19-21).

Muitas vezes gostamos de focar nas coisas boas, nas glórias e benefícios que o serviço do Senhor nos proporciona. Realmente devemos nos alegrar em servir ao Senhor, mas esta alegria deve ser independente das circunstâncias que enfrentamos (Filipenses 4:11-13). Seguir os passos do nosso Senhor é estar disposto a receber injustiça por fazer o que é bom e correto. Isto deve ser motivo de alegria. (Mateus 5:10-12)

Jesus nos ensinou que segui-lo não seria fácil. (Marcos 8:34; Lucas 14:25-33). Mas, muitas vezes lamentamos tanto as dificuldades da vida cristã que até esquecemos o quanto somos abençoados pela salvação que temos recebido da parte de Deus em Cristo Jesus, mais do que qualquer servo do Senhor na antiguidade já recebeu. (1 Pedro 1:10-12)

Devemos encarar as dificuldades, as injustiças e as tristezas como provações necessárias para fortalecer nossa fé (1 Pedro 1:6-9). Confortados que o Senhor não nos dará uma carga que não podemos suportar, mas nos fortalecerá cada vez que conseguimos (1 Coríntios 10:13).

Paulo, por causa do serviço ao Senhor, se encontrava preso quando escreveu aos filipenses (Filipenses 1:12-14). Imaginamos alguém preso pedindo consolo pela sua situação. Mas, foi nestas circunstâncias que escreveu aos irmãos em Filipos dizendo: “...alegrai-vos no Senhor...” (Filipenses 3:1).

O que vamos dizer de Pedro e dos demais apóstolos, que foram presos e açoitados, mas que regozijaram-se “...por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas por esse Nome” (Atos 5:41)?

Quando olhamos para os sofrimentos que o nosso Senhor passou injustamente, devemos estar cientes do que podemos enfrentar, prontos para sermos injustiçados pelos homens (João 6:18-20), por amor ao Senhor, assim como ele fez por nós (1 Pedro 2:24-25; Romanos 5:7-8).

Estejamos dispostos a ser verdadeiramente seus imitadores, e assim, tenhamos alegria no seu serviço.

Dançando Conforme a Música


“Agora, pois, estai dispostos e, quando ouvirdes o som da trombeta ..., prostrai-vos e adorai a imagem que fiz; porém, se não a adorardes, sereis, no mesmo instante, lançados na fornalha de fogo ardente. E quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos?” (Daniel 3:15).


Nabucodonosor, o rei da Babilônia, construiu uma enorme estátua de ouro e convocou os principais do seu reino para inaugurá-la. Ele resolveu que todos os povos deveriam adorá-la. O sinal para o momento da adoração seria dado quando vários instrumentos musicais fossem tocados. O rei não somente deu a ordem como também a sentença: Quem não adorasse seria lançado numa fornalha de fogo ardente.


Quando tocaram a música, todos os povos adoraram a estátua; menos três servos de Deus: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Estes foram descobertos e entregues ao rei.


Nos dias de hoje não é diferente. A sociedade, através de vários meios de comunicação, age como “ditadores” e “reis” que impõem a moda do momento em relação a bebidas, vestimenta, música, gírias, etc. Quem não “dança conforme a música” acaba sendo “lançado na fornalha”, ou seja, é excluído pela sociedade. Muitos, com medo, acabam cedendo a essas imposições. Os servos de Deus são a minoria. Qual é nossa reação de frente a maioria? Enfrentamos o erro ou cedemos à pressão?


Seguir o mundo não é a vontade de Deus. “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (1 João 2:15-17).

Devemos agir como aqueles três servos de Deus que resistiram a ordem do rei, mesmo não sabendo se Deus iria livrá-los ou não; eles não se importaram com as consequências, porque de uma coisa estavam certos: Deus estava com eles (Daniel 3:16-18).


Seguir as imposições da sociedade não deve fazer parte do nosso cotidiano. Somos reconhecidos como cristãos justamente por sermos diferentes do mundo e parecidos com Cristo. A sociedade tenta mostrar que não tem problema em você pecar. O divórcio, o homossexualismo e outras formas de relações sexuais ilícitas, entre outros pecados, já são coisas comuns para a sociedade.


“A música tentadora do pecado” toca todos os dias de uma maneira bem sutil. Por não perceber que se trata de pecado, multidões estão obedecendo ao seu chamado. E você? Vai adorar as estátuas de ouro do pecado ou ser lançado na fornalha pela sociedade?


A decisão é sua. Mas quando acabar o mundo e não existir mais a “sociedade”, aqueles que permaneceram fiéis serão exaltados, e os que ouviram o chamado da “música” serão lançados numa fornalha de fogo ardente. Só que esta fornalha é eterna!

domingo, 2 de outubro de 2011

A mulher do fluxo de sangue

Ela considerou em seu coração que bastava tocar na orla das vestes de Jesus que seria curada, porém, como aproximar-se de Jesus sem contaminar a multidão? E o que faria a multidão se descobrisse que uma mulher imunda havia saído no meio do povo, e deliberadamente tocou e se esbarrou em todos? "Ou, quando tocar a imundícia de um homem, seja qualquer que for a sua imundícia, com que se faça imundo, e lhe for oculto, e o souber depois, será culpado" ( Lv 5:3 ).
“E foi com ele, e seguia-o uma grande multidão, que o apertava. E certa mulher que, havia doze anos, tinha um fluxo de sangue, e que havia padecido muito com muitos médicos, e despendido tudo quanto tinha, nada lhe aproveitando isso, antes indo a pior; Ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua veste. Porque dizia: - Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei. E logo se lhe secou a fonte do seu sangue; e sentiu no seu corpo estar já curada daquele mal. E logo Jesus, conhecendo que a virtude de si mesmo saíra, voltou-se para a multidão, e disse: Quem tocou nas minhas vestes? E disseram-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te aperta, e dizes: Quem me tocou? E ele olhava em redor, para ver a que isto fizera. Então a mulher, que sabia o que lhe tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade. E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal” ( Mc 5:24  -34)

O que há de tão importante no milagre da mulher com um fluxo de sangue que levou três evangelistas narrarem o milagre? No que implicava uma mulher sofrer hemorragia constante àquela época? Como dimensionar a fé em Cristo daquela mulhe?
Em primeiro lugar é essencial deixar registrado que os milagres narrados pelos apóstolos têm a função precípua de levar os homens a crerem que Cristo é o Filho de Deus “Jesus, pois, operou também em presença de seus discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” ( Jo 20:30 -31).
Marcos e Lucas registraram que a mulher já havia gasto todos os seus bens com médicos, porém, não puderam curá-la.
Já os evangelistas Mateus e Marcos destacam que uma mulher sofria de hemorragia há doze anos e, ao ouvir falar de Jesus, passou a acreditar que, se somente tocasse em suas vestes haveria de ser curada “Porque dizia consigo: Se eu tão-somente tocar a sua roupa, ficarei sã” ( Mt 9:21 ).
Porém, havia um entrave: A mulher por ter um fluxo de sangue, pela lei de Moisés era considerada imunda "Também a mulher, quando tiver o fluxo do seu sangue, por muitos dias fora do tempo da sua separação, ou quando tiver fluxo de sangue por mais tempo do que a sua separação, todos os dias do fluxo da sua imundícia será imunda, como nos dias da sua separação" ( Lv 15:25 ).
Ela considerou em seu coração que bastava tocar na orla das vestes de Jesus que seria curada, porém, como aproximar-se de Jesus sem contaminar a multidão? E o que faria a multidão se descobrisse que uma mulher imunda havia saído no meio do povo, e deliberadamente tocou e se esbarrou em todos? "Ou, quando tocar a imundícia de um homem, seja qualquer que for a sua imundícia, com que se faça imundo, e lhe for oculto, e o souber depois, será culpado" ( Lv 5:3 ).
Como sair de casa, se os vizinhos que recriminavam aquela condição por causa da lei, poderiam vê-la no meio da multidão? O que fariam os religiosos se a descobrissem?
Além do sofrimento físico e da desesperança, a mulher do fluxo de sangue não podia participar das festas religiosas, não podia ficar fora do templo junto com as outras mulheres e nem ir a sinagoga ( Lv 15:25 -33). Ela devia permanecer confinada e isolada, pois não podia relacionar-se com as pessoas, nem mesmo com os seus familiares. Tudo o que ela tocava tornava-se imundo!
Embora ciente dos riscos de ser pega, a mulher entrou no meio da multidão e, ao chegar por trás, tocou na orla das vestes de Cristo e, imediatamente, ficou sã. Foi quando Jesus perguntou: “Quem é que me tocou?” ( Lc 8:45 ).
Como deve ter ficado apreensiva a mulher quando foi descoberto o seu ato de tocar nas vestes de Cristo! Será que Jesus vai me recriminar por ter saído em meio a multidão sendo imunda? O que dirão os seus discípulos e a multidão? Será que todos ali presentes serão concitados a se recolherem em casa para cumprirem o tempo determinado na lei para a purificação? "Ordena aos filhos de Israel que lancem fora do arraial a todo o leproso, e a todo o que padece fluxo, e a todos os imundos por causa de contato com algum morto" ( Nm 5:2 ).
Enquanto as questões se avolumavam na mente da mulher, Jesus continuava a perguntar: “Quem é que me tocou?” ( Lc 8:45 ). A multidão continuou negando e, Pedro juntamente com os seus discípulos tentaram dissuadir a Cristo argumentando: “E, negando todos, disse Pedro e os que estavam com ele: Mestre, a multidão te aperta e te oprime, e dizes: Quem é que me tocou?” ( Lc 8:45 ).
Jesus, porém, continuou a olhar entre a multidão para ver quem havia lhe tocado! No verso 33 de Lucas 8 fica nítido o quanto ela considerou antes de revelar-se, pois, sabia que havia contrariado a lei indo até Jesus em meio a uma multidão.
A mulher ciente do que havia ocorrido, com medo e tremendo, aproximou-se, prostrou-se diante de Cristo e disse toda a verdade.
Foi quando Jesus lhe acalmou ao dizer: “Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal” ( Lc 8:48 ).
Por causa da fidelidade de Cristo Jesus, que honra aqueles que n’Ele confiam, a mulher foi: salva, recebida por filha, curda do fluxo de sangue e despedida em paz. Toda a confiança surgiu quando a mulher simplesmente ouviu falar de Jesus “Ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua veste. Porque dizia: Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei” ( Mc 5:27 -28).
A confiança desta mulher nos ensina que Jesus é a água viva, fonte inesgotável, pois qualquer imundo que tocá-lo é limpo da sua imundície “Porém a fonte ou cisterna, em que se recolhem águas, será limpa...” ( Lv 11:36 ).
Através dela somos ensinados que Cristo é a semente incorruptível, o Verbo encarnado, pois até mesmo os cadáveres que sobre ele caírem se tornam limpos “E, se dos seus cadáveres cair alguma coisa sobre alguma semente que se vai semear, será limpa” ( Lv 11:37 ).
A confiança não surge do sofrimento, ou das mazelas diárias, antes tem origem na palavra da verdade. Ele passou a confiar a partir do momento que ouviu acerca de Cristo (v. 27). Quando ela ouviu acerca d’Ele e refletiu (v. 28), foi tomada de confiança que superou todos os medos (v. 33).
Se ela não tivesse ouvido acerca do Cristo, jamais teria confiança, pois a fé vem pelo ouvir e, o ouvir pela palavra de Deus ( Rm 10:17 ). Ao ouvir acerca daquele homem, ela foi invadida por uma confiança tal que considerou que, se tão somente tocasse nas suas vestes seria curada.
A confiança que ela depositou em Cristo era diferente da confiança que tivera nos médicos. A confiança nos médicos levou-a a gastar tudo o que possuía, mas a confiança em Cristo levou-a a desafiar as suas próprias crendices, as disposições da lei e a religiosidade: aquele homem tinha poder para sará-la daquele mal.
Se a noticia acerca de Cristo não houvesse operado uma transformação (matanóia) no modo de pensar da mulher, jamais ela iria intencionalmente tocar em Jesus, pois estaria presa ao pensamento de que poderia contaminá-lo. 
Após apresentar-se prostrada aos pés de Cristo diante da multidão, e tendo declarado a sua intenção e confiança, Jesus lhe disse: “Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal” ( Mc 5:34 ).
O que salvou a mulher? A ‘confiança’ dela ou a ‘fé que se tornou manifesta’?
Ora, sabemos que quem salvou a mulher foi Cristo, pois ele é a fé que havia de se manifestar "Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar" ( Gl 3:23 ). Antes de Cristo ser anunciado ela confiava na lei, e a confiança dela não podia salvá-la, nem do pecado e nem da enfermidade, porém, quando ela confiou em Cristo, o dom de Deus, ela foi salva da condenação herdada de Adão e foi curada da enfermidade física "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus" ( Ef 2:8 ); "Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva" ( Jo 4:10 ).
Uma coisa é certa: ‘confiança’ a parte da fé, que é Cristo, não salva. Confiar nos médicos, na lei, na religiosidade, etc., nada produz, mas diante da fé manifesta, que é dom de Deus, se o homem confiar será salvo.
O homem é justificado por Cristo, a fé que havia de se manifestar, a fé que uma vez foi dada aos santos “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” ( Rm 5:1 ); “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei” ( Rm 3:28 ).
Aquele que confia no Verbo que se fez carne, o autor e consumador da fé, tem a vida eterna, pois a confiança advém da palavra de Deus, que é firme e permanece para sempre “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece” ( Jo 3:36 ).
A crença da mulher lhe salvou porque ela creu naquele que tem poder para justificar o ímpio, ou seja, a crença dela lhe foi imputada como justiça, assim como ocorreu com Abraão “Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça” ( Rm 4:5 ); "E creu ele no SENHOR, e imputou-lhe isto por justiça" ( Gn 15:6 ).

Descoberta excepcional em Jerusalém confirma textos bíblicos, Salém é Jerusalém.

Salem, a cidade de Mequisedeque
Jerusalem dos Reis
Inscrição do Rei de Salém
Cântaros da época dos Reis
Foi inaugurado o Museu do Ofel e parte das primeiras muralhas existentes em Jerusalém no período da história mais conhecido até os dias de hoje, e com ela mais uma descoberta espetacular.
O local, descoberto por Dra. Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém e foi inaugurado para o público pelo diretor de conservação da Autoridade de Antiguidades de Israel, aberto ao público, graças à generosidade das doações de Daniel Mintz e Berkman Meredith
No dia de 21/06/2011, foi inaugurado em uma cerimônia em Jerusalém arqueológicos nas proximidades do Muro Ocidental(Muro das Lamentações), um site chamado de "paredes do Ofel" e revelado o registro(documento) mais antigo descoberto até o momento em Jerusalém.
O local aberto é parte do parque nacional em torno das muralhas de Jerusalém, e exibe o certificado no Davidson Center, e foi possível graças à generosidade de Daniel Mintz e Berkman Meredith dos EUA.
A cerimônia contou com a presença do prefeito Nir Barkat, muitas outras autoridades da cidade e com a presença da Dra. Eilat Mazar, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica, e com os contribuintes Daniel Mintz Meredith e Berkman e suas famílias.
No final dos trabalhos de escavação os visitantes podem tocar o caminho aberto de pedras e paredes cuja construção vai contar a história de Jerusalém através das eras. Agora é possível caminhar confortavelmente através da construção, em locais que ainda não haviam sido abertos ao público, de forma impressionante e aprender com os sinais que demonstram a diferente história da região.
No início de 2010 concluiu a arqueóloga Dra. Eilat Mazar, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, a exposição do sistema de fortificações em Jerusalém. Em seguida, começou imediatamente no local, um trabalho de conservação e preparação do lugar para visitas. Essas obras de conservação foram conduzidas pelo diretor de conservação do IAA, e durou cerca de um ano e meio.
O local exibe um conjunto de estruturas expostas ao longo da linha das fortificações do Primeiro Templo (X século antes de Cristo). Entre outras coisas foi expostas a uma impressionante estrutura que é identificada como um portal, uma estrutura de estado, uma seção da torre e muralha da cidade em si. Dra. Mazar sugere identificar os prédios como parte de uma fortificação construída pelo rei Salomão, em Jerusalém: a Casa e a Casa do Senhor, e o muro em redor de Jerusalém". (I Reis 1) Além das fortificações do Primeiro Templo também foram descobertas outras seções de muralhas e torres da cidade bizantina e duas torres. Este muro foi construído pelo Império Bizantino, no século V DC.
Além do sistema de fortificação também completou um quarto do período do Segundo Templo (século primeiro), preservando dois andares do edifício.
O destaque da escavação é a exposição completa da estrutura de porta. O plano deste é de um impressionante edifício que dispõe de quatro salas do mesmo tamanho, dispostos em cada lado de um amplo corredor com piso de pedra calcária. O plano é do período primeiro Templo, um portal VI A.C, como os portões do tempo que foram descobertos em Megido, Beer Sheva e Ashdod.
Mazar identifica o portal com "portal das águaa" que é mencionado na Bíblia: "Ora, os netinins habitavam em Ofel, até defronte da porta das águas, para o oriente, e até a torre que se projeta." Neemias 3:26. Ao leste da porta vê-se o piso térreo de um edifício destruído em um incêndio poderoso. .. Mazar sugere que esta estrutura foi destruída pelos babilônios durante a conquista em 586 AC no chão do edifício foram descobertos dez vasos de barro muito grande (pithoi), que parecem ser utilizados para conter óleo ou vinho em um destes jarros de cerâmica que sobreviveram encontrou-se a inscrição em hebraico: "Ministro das Hof..." O endereço indica que o objeto pertencia a um dos ministros do reino. Provavelmente Sar Haofim, ou seja, Ministro dos Padeiros(Copeiros).
Durante a escavação se revelou o registro mais antigo descoberto até o momento em Jerusalém. Este achado é único, excepcional em sua importância para a história da cidade, a partir de agora estará em exposição permanente no Centro de Arqueologia Davidson e estará aberto ao público. Este é um pedaço de tábua que é argila e contém minúsculos cuneiformes acadianos no inscrição, é uma língua internacional da época. Entre a alta habilidade palavras escritas pode ser lido: "Você estiveste", "após", "eles". A placa escrita é típica das que foram utilizadas na antiga Mesopotâmia como correspondência internacional.
Após uma verificação pode-se notar que o material da placa é típico da região de Jerusalém. Parece ser uma cópia de uma carta do rei de Jerusalém da época(Eved Haba), ao rei do Egito. Uma cópia desta carta era preservada como o arquivo da cidade bíblica de Salém, que era a Jerusalém daquela época. A parte da placa encontrada é uma prova confiável do status de Jerusalém como um reino importante em Canaã sendo uma cidade-estado sob proteção do reino do Egito faraônico.