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domingo, 18 de setembro de 2011

Pergunta: "O que diz a Bíblia sobre o consumo de bebidas alcoólicas/vinho?"



Resposta:     Vários versículos encorajam as pessoas a que se mantenham longe do álcool (Levítico 10:9; Números 6:3; Deuteronômio 14:26; 29:6; Juízes 13:4,7,14; I Samuel 1:15; Provérbios 20:1; 31:4,6; Isaías 5:11,22; 24:9; 28:7; 29:9; 56:12; Miquéias 2:11; Lucas 1:15). Entretanto, as Escrituras não necessariamente proíbem que um cristão beba cerveja, vinho ou qualquer outra bebida alcoólica. Aos cristãos se ordena que evitem a embriaguez (Efésios 5:18). A Bíblia condena a embriaguez e seus efeitos (Provérbios 23:29-35). Aos cristãos também se ordena que não permitam que seus corpos sejam “controlados” por coisa alguma (I Coríntios 6:12, II Pedro 2:19). As Escrituras também proíbem que os cristãos façam qualquer coisa que possa ofender outros cristãos ou que possa encorajá-los a pecar contra sua consciência (I Coríntios 8:9-13). À luz desses princípios, seria extremamente difícil para um cristão dizer que esteja consumindo bebidas alcoólicas para a glória de Deus (I Coríntios 10:31).


Jesus transformou a água em vinho. E em algumas ocasiões, muito provavelmente bebeu vinho (João 2:1-11; Mateus 26:29). No tempo do Novo Testamento, a água não era muito limpa. Sem as modernas conquistas no campo sanitário, a água era cheia de bactérias, vírus e todos os tipos de impurezas (o que ainda acontece na maioria dos países de terceiro mundo). Como resultado, freqüentemente as pessoas bebiam vinho (ou suco de uva), pois era muito mais improvável que estas bebidas estivessem contaminadas. Em I Timóteo 5:23, Paulo instruiu Timóteo a parar de beber água (que provavelmente estaria causando seus problemas estomacais) e ao invés, beber vinho. Na Bíblia, a palavra grega para vinho é a mais corriqueira. Naqueles dias, o vinho era fermentado, mas não tanto quanto hoje. É incorreto dizer que era suco de uva, mas também é incorreto dizer que era o mesmo vinho que usamos hoje em dia. Repetindo, as Escrituras não necessariamente proíbem que os cristãos bebam cerveja, vinho ou qualquer outra bebida alcoólica. O álcool em si não é pecaminoso. Mas é da bebedeira e do vício do álcool que o cristão deve se afastar (Efésios 5:18; I Coríntios 6:12). Entretanto, na Bíblia há princípios que fazem difícil que se aceite que o consumo de bebidas alcoólicas pelo cristão, em qualquer quantidade, agrade a Deus.

Marcelo Crivella falando sobre bebidas

A Comissão de Assuntos Sociais aprovou um projeto que amplia a Lei Seca e passa a restringir a venda de bebidas alcóolicas em todos os postos de gasolina e lojas de conveniência vinculadas a eles. Neste Argumento, Angela Brandão entrevista o autor do projeto, senador Marcelo Crivella.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Confiar em Deus

O profeta Isaías, ao se referir à grandeza de Deus e à confiança que nele deve ter o homem, diz: "os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fatigarão, andarão e não desfalecerão."
É muito singular que o Profeta compare os que
confiam no Senhor às águias.
É que elas têm uma forma toda especial de enfrentar as tempestades. Quando se aproxima uma tempestade as águias abrem suas asas, capazes de voar a uma velocidade de até noventa quilômetros por hora, e enfrentam a tormenta.
Elas sabem que acima das nuvens escuras e
das descargas elétricas, brilha o sol.
Nessa luta terrível elas podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente. Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima. Confiança que traduz certeza é o seu lema. Para além da tormenta,
brilha o sol e o sol elas buscam.
Na morte as águias também dão excelente lição de confiança. Como todos os seres vivos, elas também morrem um dia.
Contudo, alguma vez você já se deparou com o cadáver de uma águia? É possível que já tenha visto o de uma galinha, de um cachorro, de um pombo. Quem sabe até de um bicho do mato nessas extensas estradas de reserva ecológica. Mas, com certeza nunca
encontrou um cadáver de águia.
Sabe por que? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo.
Localizam o pico de uma montanha inatingível, usam as últimas forças de seu corpo cansado e voam na sua direção. E lá esperam, resignadamente, o momento final. Até para morrer,
as águias são extraordinárias.
Quando, por ventura, você se deparar com um momento difícil, em que as crises aparecem gerando outras crises, não admita que o desânimo se aposse das suas energias. Eleve-se acima da tempestade,
através da oração.
Pense que Deus é o autor e o sustentador de todo o bem. Pequenos dissabores que estejam atingindo você são convites a reexame dos empecilhos que enchem a estrada da sua vida.
Discórdia é problema que está pedindo ação pacificadora. Desarmonias domésticas são exigência de mais serviço aos familiares.
Doença é processo de recuperação da verdadeira saúde. Até mesmo a presença da morte não significa outra coisa senão renovação,
e mais vida.


Pense nisso:

Sempre que as aflições visitem seu lar em forma de enfermidade ou tristeza, humilhação ou desastre, não se entregue ao desalento.
Recorde que, se você procura pelo socorro de Deus, o socorro de Deus também está procurando alcançar você.
Se a tranqüilidade parece demorar um pouco, persevere na esperança, lembrando que o amparo de Deus está oculto ou vem vindo.
                                      

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A História do carpinteiro


Para pensar..



Um carpinteiro estava para se aposentar. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família. Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria. O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma última casa como um favor especial.
O carpinteiro consentiu, mas com o tempo será fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão de obra e matérias primas de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.
Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro.
- Essa é a sua casa. – ele disse. Meu presente a você.
Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira.
                                                  

Assim acontece conosco. Nós construímos vidas de maneiras distraída, reagindo mais agindo, desejando colocar menos do que o melhor. Nos assuntos importantes nós não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, nós olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.
Pense em você como o carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente. É a única vida que você construirá. Mesmo que você tenha somente mais um dia de vida, este dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade. A placa na parede está escrito: “A vida é um projeto de você mesmo.” Quem poderia dizer isso mais claramente? Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje.

O porteiro do prostíbulo


Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'.
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. Ao porteiro disse:
-- A partir de hoje, o Senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
-- Eu adoraria fazer isso, Senhor - balbuciou - mas eu não sei ler nem escrever!
-- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
-- Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.
-- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo Senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora.
O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
-- Venho para perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
-- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que...
-- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
-- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
-- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
-- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está há dois dias mula de viagem.
-- Façamos um trato - disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias ...aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
-- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras . Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira.
Pagou e foi embora.
E nosso amigo guardou as palavras que escutara:
-- Não disponho de tempo para viajar para fazer compras.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido. De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viajem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado. Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos. Ele era um bom cliente.
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos..
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc.. E após foram os pregos e os parafusos....
Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:
-- É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de Atas desta nova escola.
-- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
-- O Senhor?!?! - disse o prefeito sem acreditar. O Senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto: o que teria sido do Senhor se soubesse ler e escrever?
-- Isso eu posso responder - disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever ... ainda seria o porteiro do prostíbulo!
Geralmente as mudanças são vistas apenas como adversidades..
As adversidades podem ser benefícios.
As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto; procure as janelas.
*Lembre-se da sabedoria da água: a água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna.*

O lençol sujo


Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou atráves da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
  • Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!
  • Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
    O marido observou calado.
    Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
  • Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
    E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
    Passado um tempo a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
  • Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que outra vizinha ensinou??? Porque eu não fiz nada.
    O marido calmamente respondeu:
  • Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!
    E assim é.
    Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.

O Barbeiro


Um homem foi cortar o cabelo e a barba.
Como sempre acontece, ele e o barbeiro ficaram conversando sobre várias coisas, até que por causa de uma notícia de jornal sobre meninos abandonados, o barbeiro afirmou:
-- Como o senhor pode ver, esta tragédia mostra que Deus não existe.
-- Como?
-- O senhor não lê jornais? Temos tanta gente sofrendo, crianças abandonadas, crimes de todos os tipos. Se Deus existisse, não haveria tanto sofrimento.
O cliente ficou pensando, mas o corte estava quase no final, e resolveu não prolongar a conversa.
Voltaram a discutir temas mais amenos, o serviço foi terminado, o cliente pagou e saiu.
Entretanto, a primeira coisa que viu foi um mendigo com a barba de muitos dias e cabelos desgrenhados.
Imediatamente, voltou para a barbearia e falou para a pessoa que o atendera:
-- Sabe de uma coisa? OS BARBEIROS NÃO EXISTEM!
-- Não existem? Eu estou aqui e sou barbeiro.
-- Não existem! - insistiu o homem. Por que se existissem, não haveria pessoas com barba tão grande e cabelo tão desgrenhado como o que acabo de ver na esquina.
-- Posso garantir que os barbeiros existem. Acontece que este homem nunca veio até aqui, se viesse, eu faria o serviço gratuitamente, por caridade.
-- Exatamente! Então para responder-lhe, Deus também existe. O que passa é que as pessoas não vão até Ele.
Se O buscassem, seriam mais solidários e não haveria tanta miséria no mundo.

Assembléia na Carpintaria


Contam que numa carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia.
Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.
A causa ? Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa.
Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse :
-- Senhores ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos.
Assim, não pensemos em nossos pontos fracos e concentremo-nos em nossos pontos fortes.
A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato.
Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.
Sentiram alegria pela oportunidade de trabalharem juntos.
Ocorre o mesmo com os seres humanos.
Basta observar e comprovar.
Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo.
Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios !

domingo, 11 de setembro de 2011

10 ANOS DE POLÊMICAS



Faz hoje 10 anos que o mundo assistiu estupefacto, em directo, às imagens impressionantes da queda das “Torres Gémeas” de WTC, em Nova Yorque, após chocarem contra elas dois aviões que teriam sido desviados por terroristas duma organização liderada por Bin Laden (essa foi a versão oficial). Muita polémica se originou entretanto com outras versões dos acontecimentos que têm por detrás uma história sinistra bem diferente que muitos investigadores classificam de grande ‘Conspiração’ do interior dos EUA.. Desde logo a forma estranha como cairam as grandes Torres de 110 andares cada uma que pareceram ter ruido de forma controlada sem afectar outros prédios à volta. Isso só se consegue por “implosão” que é uma técnica especial de demolição e não que tenha sido por consequência duma explosão seguida de incêndio pelo embate do avião.

 Do mesmo modo, o outro avião que teria colidido no mesmo dia com o edifício do Pentágono não foram encontrados destroços do mesmo que evidenciassem tal facto e sim algo semelhante a destroços de um missil, como muitos afirmam, tudo servindo depois para se iniciar uma guerra contra o Iraque e derrubar Sadan Hussein mobilizando-se vários paises para o efeito com base numa mentira que o Presidente George Buhs arranjou para justificar sua acção que não obteve a concordância do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

 A verdade é que morreram cerca de 3.000 pessoas nas “Torres Gémeas” de N.Y contra centenas de milhares de iraquianos inocentes (homens, mulheres e crianças) que pagaram com a vida a loucura e vingança de um homem que chefiava a nação mais poderosa do Planeta a quem muitos acusaram de ter desencadeado o Terrorismo no Mundo, inclusive Hilary Clinton, actual Secretária de Estado do governo norte-americano, quando fez campanha eleitoral contra ele perdendo para Obama.

Posto isto, persistem ainda muitas dúvidas sobre o que teria estado na verdadeira origem dos acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, pois muitas interrogações ficaram no ar e muitas respostas que não foram dadas até hoje, como o facto de dias antes terem sido esvaziados todos os cofres ou valores das caves dos Edifícios como se já soubessem o que ia acontecer. Mistério!!!!!!!

Portanto, a tese de ‘Conspiração’ interna ganhou corpo e a versão oficial perdeu alguma credibilidade perante os investigadores que analisaram tudo em pormenor e muita coisa ficou por explicar. Muito ainda há para saber sobre os acontecimentos do 11 de Setembro. O video abaixo é apenas um entre tantos outros que foram colocados na Internet para que as pessoas tirem as suas próprias conclusões:

Santa Ceia do Senhor


Ontem,sábado dia 10-09-2011,participamos de uma festa maravilhosa em nossa igreja,foi nossa Santa Ceia,foi um culto inesquecivel para todos que estavam presentes,sentimos a presença de Deus em nosso meio,ouvimos uma palavra abençoada pelo Pastor Jorge da congregação do Pq. Jequitibás,depois vários louvores,com os grupos de círculo de oração,crianças, mocidade e adolescentes,nosso Pastor Roberto Cardoso trouxe uma palavra que veio de encontro aos nossos corações e em seguida Pastor Davi da congregação do bairro Santa Catarina complementou de forma maravilhosa,em seguida começamos ao ato mais esperado da noite,a Santa Ceia do Senhor.
Muitos não sabem o que é e nem o significado desse ato,então abaixo um pouco de o que é a Santa Ceia do Senhor.

Texto Básico: 1 Coríntios 11.23-32

Introdução 

 A Ceia do Senhor é uma das cerimônias mais queridas dos crentes. E precisa ser bem compreendida. É também uma das ordenanças que Cristo deixou para sua igreja. Através dos tempos, a igreja tem celebrado a Ceia do Senhor.

1. O que é a Ceia do Senhor?

A ceia designa uma refeição, geralmente feita à noite. Em alguns lugares se usa essa prática. Em relação à Ceia do Senhor, ela recebe vários nomes:

a. Ceia do Senhor. Esta expressão é usada por Paulo em 1Co 11.20. Do Senhor, porque foi instituída e ordenada pelo Senhor Jesus Cristo.

b. Comunhão. No costume da igreja primitiva, havia uma festa que precedia a Ceia do Senhor, chamada “festa do Ágape”( Ágape, palavra grega, significa amor). Os coríntios levaram a extremos esse costume (1Co11.17-22). Paulo diz que, ao participarmos da Ceia, através dos elementos, estamos revelando a comunhão que temos com o corpo e com sangue do Senhor Jesus (1Co 10.16).

c. Eucaristia. É um termo usado pela igreja católica e por algumas denominações evangélicas. A palavra é a transliteração da que foi traduzida por “deu graças”e significa isso: “dar graças”(Mt 26.7)

2. O significado da Ceia
A Ceia do Senhor tem um significado importantíssimo para a igreja. Queremos destacar o sentido da Ceia em relação a dois aspectos:  Cristo e a Igreja.
A Ceia em relação a Cristo. Jesus disse, que no seu discurso, aos judeus, estas palavras que os escandalizaram: “Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos” (Jo 6.53). Jesus falava de uma identificação total do homem crente com Ele.
A Ceia é constituída de dois elementos: o PÃO e o VINHO. Em relação a Cristo, o pão simboliza o seu corpo. Quando Ele disse: “Tomai, comei, isto é o meu corpo”(Mt 26.26) e “…isto é o meu sangue”(v28). Evidentemente, estava falando de modo figurado, porque ali estava Ele, com o seu corpo e o pão; com o seu sangue, e diante dele, o vinho. O pão é pois, o símbolo do corpo de Cristo e o vinho é o símbolo do sangue de Cristo.

a. Três tipos de ensino. A respeito da Ceia do Senhor há três ensinos. Mas só um deles é bíblico.

(1) Transubstanciação. É a idéia prevalecente na igreja católica, de que, ao serem abençoados, os elementos se tornam verdadeiramente corpo e sangue de Cristo. Basta observar os elementos após a oração, para ver que não é verdade esta posição.

(2) Consubstanciação. Os adeptos da consubstanciação ensinam que o Corpo de Cristo, na Ceia, está COM o pão, e o sangue de Jesus está COM o vinho.
Os adeptos dessas duas teorias acima tornam a Ceia um sacramento e, nesse caso, ela traria uma graça especial a quem dela participa. A Ceia não é um “meio da graça”, apesar do seu alto significado.

(3) Memorial. Entendemos, pela Palavra de Deus, que á a Ceia MEMORIAL. Ao instituir a Ceia, Jesus disse:”fazei isto em memória de mim”(1Co 11.24,25). A Ceia é em memória do Senhor Jesus e uma celebração da sua morte. (v. 26).

 b. Um duplo anúncio. A Ceia é não somente um memorial, mas também um anúncio duplo. Quando participamos da Ceia, estamos anunciando a morte do Senhor. Lembramos que Ele morreu para nos salvar. E, ao celebrar até que Ele volte, anunciamos a sua volta também. A Ceia quer dizer então: Jesus morreu, mas ressuscitou e voltará (1Co 11.26)

2. A Ceia em relação à igreja. Na primeira carta de Paulo aos Coríntios, ele diz que o cálice da bênção que abençoamos é a comunhão do sangue de Cristo e o pão que partimos é a comunhão do corpo de Cristo (1Co10.16). A partir daí, ele passa a colocar a Ceia no contexto da comunhão na igreja: “nós, embora muitos, somos unicamente um pão, um só corpo”é viver essa comunhão em espírito de amor, de perdão e de santidade (1 Co 11.29). Em relação ao sangue de Jesus, nós participamos de um mesmo sacrifício, do seu sangue derramado na cruz. A igreja é um corpo vivo, que tem o sangue de Jesus e o Espírito Santo que o vivifica.
                                                          
Conclusão


      Irmãos, participemos da Ceia do Senhor. E, na oportunidade, façamo-lo com reverência, lembrando daquele sacrifício feito por nós e nos alegrando, porque o Senhor voltará. Aleluia!